Derrotas seguidas, anos sem títulos e poucas contratações de peso. O momento do Arsenal é o mesmo há, no mínimo, cinco temporadas. Alternando momentos de um futebol bonito, porém de resultados muito ruins, o time do técnico Arséne Wenger vem esbarrando nas próprias pernas e gerando uma insatisfação muito grande em sua torcida. Mas o francês, que está no comando dos Gunners desde meados dos anos 90, pede paciência. Não só aos fãs, mas também ao grupo.
De acordo com o jornal "The Sun", o treinador teve uma longa reunião com os jogadores no final do dia na última quarta-feira, no centro de treinamentos do London Conley. A ideia de Wenger seria dar mais confiança ao grupo, que vem de três derrotas consecutivas na Premier League - a última para o rival Manchester United, dentro de casa.
No entanto, quem parece precisar de mais apoio no momento é o próprio Wenger, e não somente os jogadores. O treinador está em rota de colisão com os torcedores, especialmente após tirar o jovem Oxlade-Chamberlain do time justamente na partida contra o United, quando ele era o melhor em campo - alguns minutos depois, o Arsenal sofreu o segundo gol, que selou a derrota.
Jornais da Inglaterra já chegaram a especular que, após o final da temporada, caso os resultados do Arsenal não melhorem bastante - o time está ainda na disputa pelo título da Copa da Inglaterra, na fase eliminatória da Champions League e brigando por uma vaga na próxima edição da Liga dos Campeões pela tabela do Campeonato Inglês -, Wenger pode até ser demitido.
Caso isso realmente aconteça, já há até um provável destino para o treinador: o Real Madrid - é claro, também se os merengues não conseguirem triunfar nem no Campeonato Espanhol nem na Liga dos Campeões. Até lá, no entanto, ainda há muita coisa para rolar na temporada. O próximo desafio do Arsenal, por exemplo, é a quarta eliminatória da FA Cup, domingo, contra o Aston Villa.




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